19 de set. de 2008

eu ainda estou em equilíbrio, fico fácil caindo desse penhasco de lágrimas, não entenda me compreenda, segura minha mão. grita comigo. não me deixa cair. caio em mim mesmo me dou conta, essa altitude inebriante só me satisfaz quando não vejo o que eu queria ver, só assim mesmo meu equilíbrio cairá e com estrondo anunciara o que foi e não voltou.

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