seu rosto era de um sangue mesclado com angustia brilhando na luz do dia, um vermelho pálido. aquele véu negro talvez curaria a azia trazida do furacão que enlaçou pela costela dianteira, tremeu. postou diante-se do espelho, cruzou perna com dor. talvez lambasse o néctar da maçã, alvejado com sangue fresco.20 de set. de 2008
seu rosto era de um sangue mesclado com angustia brilhando na luz do dia, um vermelho pálido. aquele véu negro talvez curaria a azia trazida do furacão que enlaçou pela costela dianteira, tremeu. postou diante-se do espelho, cruzou perna com dor. talvez lambasse o néctar da maçã, alvejado com sangue fresco.
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Um comentário:
tira o véu, mostra o nublado da sua testa.
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