eu sempre quis expor meu ânus, pra você ver tudo o que eu sinto e vi pela primeira vez, os vaga-lumes iriam, eu sei não é assim. filetes de sangue se espalham como bromélias num campo árido, todo o lençol foi rasgado pela sua mão. é ímpeto, eu não neguei você sabe disso, você fala assim um tanto mal-acabado, não está pronto. só assim mesmo, eu viro as costa você me enfia a faca, eu já nem sinto mais. meus ossos perfurados vão te atender no próximo bloco, sozinha. - -
é um abismo pensar em fugir.
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