na moto debruçada lutava contra as palavras, queria ser o vento e não sabia como dizer. seu cabelo nunca secou ao som de vitrola, estava enorme. perucas rosas encrementava anões passeantes por ali. estava sem o rabo do meio e menos chifres. só me assustava na última parte. quando dizia que o céu tamparia os meus ralos. eu falava que não dentro da estrada, ele mentia pra agradar as velhinhas e tal. descendo da moto caía sempre na poça de barro e comia junto com os porcos as maravilhas do setor penitenciário. uma maravilha de sucção absurda de mamadeiras sem bicos entornadas na cara do povo, já em risca. levará uma eternidade para que a lua andará por aqui exibindo espinhas metálicas e o sol não aparece aqui desde a terceira guerra mundial. não houve ouvir, parecendo eco no infinito. mais varas e tu sarará da próxima epidemia. que louca você, tentando colocar acento no x. é que estava sem minhas bermudas cotidianas, e cantava canções de ninar para minha cadela. eu ainda vou ser a rainha, e matar todas as moscas que perturbam minha ferida aberta. como doí deitar nas pedras sem ao menos ter uma torre pra mim velejar na estadia. sou ambulante mesmo. como com os pés e deito as costelas longe de mim, no caso de comer pensando que é dentadura boiando no copo.
12 de nov. de 2008
na moto debruçada lutava contra as palavras, queria ser o vento e não sabia como dizer. seu cabelo nunca secou ao som de vitrola, estava enorme. perucas rosas encrementava anões passeantes por ali. estava sem o rabo do meio e menos chifres. só me assustava na última parte. quando dizia que o céu tamparia os meus ralos. eu falava que não dentro da estrada, ele mentia pra agradar as velhinhas e tal. descendo da moto caía sempre na poça de barro e comia junto com os porcos as maravilhas do setor penitenciário. uma maravilha de sucção absurda de mamadeiras sem bicos entornadas na cara do povo, já em risca. levará uma eternidade para que a lua andará por aqui exibindo espinhas metálicas e o sol não aparece aqui desde a terceira guerra mundial. não houve ouvir, parecendo eco no infinito. mais varas e tu sarará da próxima epidemia. que louca você, tentando colocar acento no x. é que estava sem minhas bermudas cotidianas, e cantava canções de ninar para minha cadela. eu ainda vou ser a rainha, e matar todas as moscas que perturbam minha ferida aberta. como doí deitar nas pedras sem ao menos ter uma torre pra mim velejar na estadia. sou ambulante mesmo. como com os pés e deito as costelas longe de mim, no caso de comer pensando que é dentadura boiando no copo.
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