na noite sem azul ou com malha quente se abria no entardecer, bebíamos qualquer tipo de droga e sonhávamos em ser o que não era compatível na época. depois caíamos na rede até ela se fundir como panelas de pressão. eu arranhava espelhos sem dar conta da tarifa, que por um dia desses era acima de zero."que horas você chegou?
ontem no caminhão, andou comendo minhas roupas.
eu não fiz nada além de limpar barrigas.
por que ficou sentado aí, invés de lavar o telhado?
não quiz."
eu deitava ouvindo ruídos.
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