4 de fev. de 2009

malfeitores invadiram minha praia e me aconselharam e te deixar um bilhete mais suicida quando sair apenas de cuecas, com pencas de bananas em uma rede. seguir conselho é não conheçer o que há de trás de uma janela que ninguém saberá olhar sem ser visto. um dia comum, mundo entrando em todos ralos. ou ratos que sabem, matar é dar oportunidades. oportunistas vindos do leste em mente nos ruídos em qualquer senso moral para embalar narcóticos para o verdadeiro ou quase tudo. insignificante você tentar abraçar esfinges entre dois desejos, tormentas. impressionar e sugar um rastro de versões espalhadas sobre ele.

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