20 de mar. de 2009

querer me acrescentar em algum desejo alheio, para se convidado a retirar das embreagens que contornaram, e voltaram de um túnel para o próprio desprezo. largar, e depois começar a recitar tudo o que tinha aprendido na sala escura. onde a chibatada era a luz, o céu a liga. divide com dois, e o resto queima. assim seja, qual é o próximo. até em algum cara enganado para ser pisoteado, as botas nunca falharam. o medo calava, mas impedia qualquer entrada de sombra no palco. onde tudo acontecia, com tango ou charme.

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