26 de set. de 2009

o que deveria acontecer, suicidou com uma banana entalada. eles se moviam como sangue. transpassavam tabacos em margarida altamente florida, para me enfeitar é preciso cremar. o nó apertava mais que a padaria da esquina, nos males e chacinas evocavam o lampejo que restaurou-se de imediato. fazendo com que todas as mãos se ajuntassem e esmagassem o lixo esmiuçado. me serpenteando com figuras miúdas, seu pai é um sovina.

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