16 de nov. de 2008


capítulo 3;

fede quando aparece tijolos em cima da brasa, no elevador de mato, sem gotas de sorte. me desejou desejos de saia curta e blusão. traços aparecem na minha mente, eu me sento pra me segurar nas facas dos outros. não adianta me torturar empilhando nuca em frente do espelho, os reflexos é jaca podre presa na barra da calça. notaram a nora da alice comendo velas sem antes dar boa noite a revolução do luxo sujo. o que será que acontece quando caí de uma esquina pontiaguda. como irracional sem almo devoro suas costelas sem antes beber nenhum tipo de cerveja. estar sem sapato ou a pé andando nas larvas, num ritmo constate de alforria. a festa começa quando acaba a bebida, no fim. bala de menta seguram na cadeira até pisar meu calcanhar em qualquer lata de tinta, seja na cor do dia ou na nebrasca. eu ainda visualizo: uma tentativa de homícido na televisão, e presidente rindo da sua cara. talvez porquê seus dentes parecem fumaça quando está menstruada. me beija com menos batom.


na saída

da rua com flechas

laços de madeira

evocam sangue

como porcos

no abate.


antes da consulta: psiquiatria.

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